PATRIMÓNIOS - Projeto Educativo 2014/2016
- Atualizado em 12-09-2015
Um projecto educativo que pretende abrir caminho para o conhecimento e descoberta do património da nossa cidade. Évora Património da Humanidade oferece ao mundo belíssimas histórias contadas em cada canto, em cada rua, travessa ou beco; convida á redescoberta de sonoridades, bailaricos, cantares e modas de roda; chama-nos a interpretar a poesia desenhada em cada janela da praça, em cada fonte, calçada ou escultura; proporciona experiências educativas e de contemplação nos seus museus, igrejas, palácios, jardins, casas e azulejos; envolve-nos em paisagens estonteantes pintadas de dourados e castanhos do campo, salpicadas do vermelho das papoilas e enfeitadas com vinhas e oliveiras; regala-nos com bom azeite, pão, vinho e doces conventuais. Évora será nos próximos tempos palco de mil e uma aventuras com as nossas crianças, uma” viagem” que esperamos, rica em aprendizagens, descoberta de patrimónios locais, promotora de criatividade e expressividade. Com este projecto educativo, queremos que as nossas crianças e toda a comunidade escolar fortaleçam os seus laços com o património material e imaterial, valorizando-o e promovendo-o.
A educação patrimonial fortalece a consciência do caracter público, a esperança para um mundo melhor está ancorada na educação para a cidadania, sustentabilidade, identidade e empreendedorismo, não é por acaso que a Lei de Bases do Sistema Educativo “estabelece um novo quadro geral do sistema escolar português, considerando pela primeira vez, a integração curricular de uma formação de valores estéticos” Sousa(2003) :
“Contribuir para a realização do educando, através do pleno desenvolvimento da personalidade, da formação do caracter e da cidadania, preparando-o para uma reflexão consciente sobre os valores espirituais, estéticos, morais e cívicos e proporcionando-lhe um equilibrado desenvolvimento físico”(art.º3.ºb,).”
E como nos alerta Halbachs “ está na hora de a educação patrimonial ser pensada dentro da escola, uma vez que a memória é o que impedirá a fragmentação total dos sujeitos.”